Estar nas nuvens é para todos?

Estar nas nuvens é para todos?

Veja porque o serviço de Cloud Computing atrai a atenção de empresas de todos os portes.

Lançado no mercado há alguns anos, o Cloud Computing (“computação em nuvem”) já foi incorporado por milhares de empresas pelo mundo. As grandes corporações foram as primeiras a aderir ao serviço, por estarem alinhadas às tendências e inovações da área. Então fica a pergunta: o Cloud Computing é acessível a qualquer empresa?

Segundo Juliano Simões, diretor de tecnologia da CentralServer – uma das pioneiras na oferta do serviço no Brasil -, a resposta é sim, já que as empresas dependem da estabilidade, segurança e evolução da sua T.I. para desempenhar as suas atividades. “A nuvem é o ambiente ideal para sites de missão crítica ou de alto tráfego, que não podem estar sujeitos a variações de desempenho e disponibilidade”, diz. Antes restrito a uma parcela do mercado, que conhecia seus benefícios, agora o Cloud Computing está se popularizando e atingindo a uma gama maior de companhias.

Hoje em dia, qualquer tipo de aplicação pode rodar na nuvem. Um exemplo são os sistemas de SaaS (software-como-serviço), como: Office 365, G Suite, Pipedrive, Trello e Slack. Além disso, aplicações internas como sistemas de ERP, CRM, controle de estoque, etc. podem ser migradas para a nuvem com facilidade. O serviço oferece a flexibilidade de alocar recursos computacionais sob medida, conforme a necessidade do cliente. Além disso, a possibilidade de desonerar as empresas do custo de manutenção de um data center próprio, transferindo a infraestrutura para a nuvem, é um fator decisivo.

Investimento pé no chão

Além dos benefícios financeiros, os provedores de cloud investem constantemente em tecnologia de ponta para fornecer confiabilidade e a capacidade de gerenciamento. “O ambiente é mais confiável do que uma rede tradicional porque quando um servidor da nuvem apresenta falha ele é automaticamente substituído por outro. Desta forma, o funcionamento dos sistemas deixa de depender apenas de uma máquina”, afirma Simões. Para ele, o uso dos recursos é otimizado, “tanto a capacidade quanto o custo de operação dos servidores podem ser aumentados ou reduzidos de acordo com a necessidade”, complementa.

Um dos questionamentos comuns dos clientes é com relação à segurança da infraestrutura que, por vezes, é vista como um obstáculo para uso do  serviço. O que ocorre na prática é que, na medida em que a empresa inicia o uso da nuvem, ela percebe rapidamente os cuidados e as ferramentas avançadas usadas pelos provedores de IaaS (infraestrutura-como-serviço) para garantir a segurança lógica do sistema.

A CentralServer

img_cloud_csAtuando nos segmentos de hospedagem e data center desde 2000, a CentralServer oferece o modelo IaaS de Cloud Computing, sendo uma das primeiras empresas do Brasil a disponibilizar este serviço. Com ele, o cliente controla o sistema operacional ou os programas básicos do servidor virtual conforme o nível de gerenciamento contratado. “Contamos com servidores de alta capacidade de processamento e disponibilidade, que estão conectados às unidades de armazenamento através de uma rede de alta velocidade. Isto permite alocarmos de forma exclusiva os recursos computacionais contratados”, explica Simões.

Apesar de ser um serviço conhecido, a computação em nuvem ainda tem muito mercado para avançar, especialmente entre as pequenas e médias empresas (PMEs). A tendência é a contratação do ambiente de nuvem pelos ganhos de agilidade e qualidade que ele traz, e não apenas pela tecnologia. Com o crescimento do Cloud Computing, a demanda será por provedores ofereçam soluções flexíveis e adaptáveis às necessidades do cliente.

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